03/05/2012


01/05/2012

Inscrições abertas para a Corrida Vale Super Ar 2012



Estão abertas as inscrições para a segunda edição da Corrida Vale Super Ar. Neste ano, além dos percursos de 5 e 10,5km, haverá também o trajeto de 21km (meia-maratona). A Corrida Super Ar é um evento que foi criado para estimular a prática desportiva e a inclusão social. O objetivo é incentivar a população de São Luís a praticar atividade física adotando, assim, hábitos saudáveis que colaboram com a saúde do corpo. A corrida será no dia 3 de junho, na Avenida Litorânea. As inscrições continuam até o dia 20 de maio pelo site www.caminhadavale.com.br, ao valor de R$ 15,00, que será revertido para entidades beneficentes da região Itaqui-Bacanga. 

28/04/2012

SALADA DE RÚCULA COM MAÇA E PARMESÃO:




Essa salada faço de vez em quando. Show de bola para nós corredores. Em uns 15 minutos está pronta.

180 g de folhas de rúcula
125 g de parmesão em lascas
Uma maça grande
Suco de 1/2 limão
16 nozes picadas grosseiramente
60 ml de azeite extravirgem
Duas colheres de sopa de vinagre de vinho branco
Uma colher de chá de mostarda Dijon (ou a que preferir)
Sal à gosto
Pimenta do reino moída na hora, também à gosto

Vamos colocar a rúcula e o parmesão em uma saladeira e reservar. Descascar a maça retirando suas sementes, cortar em cubos pequenos e regá-los com o suco de limão. Em seguida adicionar à salada. Espalhe as nozes por cima. Em uma tigela, junte o azeite, o vinagre e a mostarda mexendo até ficar homogêneo.Tempere com o sal e a pimenta. Por fim, regue a salada com o molho, misture devagar e sirva.

ALQUIMIA. Dica para diminuir o sal da comida sem perder o sabor. É um sal de ervas que dizem ser uma delícia e que diminui muito a quantidade de sódio nas receitas:



2 colheres de sopa de sal

2 de orégano
2 de manjericão desidratado
2 de alecrim seco

Bater tudo no liquidificador e colocar no saleiro. 

Vou experimentar! Experimentem também.

Abraço. André.

SPA Sete Voltas - Itatiba - SP

MOTIVAÇÃO PARA CORREDORES E MARATONA - "Heroi por um día"

Aluguel de bicicletas bate 500 mil viagens e empresa quer estender sistema a toda a cidade.




PROJETO MUITO INTERESSANTE PARA SER ADOTADO AQUI EM SÃO LUÍS. O RIO SE INSPIROU EM PARIS. SÃO LUÍS PODE FAZER O MESMO SE INSPIRANDO NO RIO. LEIAM QUE MATÉRIA INTERESSANTE. 

RIO - Apelidadas de laranjinhas, as bicicletas para aluguel compartilhado na Zona Sul e no Centro já fazem parte da paisagem do Rio. Reinaugurado há seis meses, depois de um período de tombos, o projeto Bike Rio alcançou a marca de 500 mil viagens no último dia 23. São mais de 66 mil usuários cadastrados e aproximadamente quatro mil viagens por dia. Desde a reinauguração, nenhum furto de bicicleta foi registrado, diferentemente do que acontecia no Pedala Rio, sistema que antecedeu o atual. O sucesso é tanto que um projeto para estender o serviço a todas as regiões da cidade já foi encaminhado à prefeitura do Rio.

A reformulação do Bike Rio em outubro de 2011 representou um divisor de águas na aceitação do serviço pelos cariocas. Além de novo sistema de travamento, o design e a cor das bicicletas ajudaram a zerar os registros de depredações e furtos, que no Pedala Rio chegaram a 56 bicicletas só em 2010.
— Aprimoramos o produto, mudamos o sistema de travamento e incorporamos tecnologias que dificultaram ações de vandalismo. A cor das bicicletas e a aceitação da população fazem com que o sistema seja preservado. O carioca já incorporou o Bike Rio como um serviço dele — diz Ângelo Leite, presidente da empresa Serttel, responsável pela operação do sistema.

Projeto conta com 55 estações

Atualmente, o Bike Rio tem 55 estações e 550 bicicletas. A previsão é que, nos próximos meses, mais cinco estações sejam inauguradas na Zona Sul e no Centro. A cobertura completa das ciclovias cariocas pelo serviço prevê 300 estações e 3 mil bicicletas, segundo projeto da Serttel encaminhado ao município.
A ampliação do serviço tem como objetivo atender a um número cada vez maior de pessoas que utilizam as bicicletas como meio de transporte. O vigilante Nielton dos Anjos, de 33 anos, mora em Pilares e trabalha no Jardim Botânico. Desde que conheceu o serviço, economiza passagens de ida e volta.

— Pego ônibus em Pilares e sigo para Botafogo. Lá, alugo a bicicleta e vou pedalando até o Jardim Botânico. Além de economizar, faço exercício. O único problema é a falta de ciclovia neste trajeto. Seria ótimo se fizessem mais ciclovias na cidade — diz Nielton, que, antes de sair de casa, checa pelo celular quais as estações que têm bicicletas disponíveis.
Segundo Cícero Araújo, diretor de Relações Institucionais e Governos do Itaú, banco que patrocina o projeto, alguns bairros que receberão corredores exclusivos para ônibus como o Transcarioca e a Transolímpica podem ter estações do Bike Rio no futuro:

— O Bike Rio ultrapassa a questão de lazer, é um projeto de mobilidade urbana. Estamos em permanente conversa com a prefeitura, e há várias possibilidades de expansão, como Madureira, Bangu e Barra da Tijuca.
De acordo com a secretaria municipal de Conservação, o projeto de ampliação do Bike Rio ainda não chegou à prefeitura.
A falta de ciclovias é um dos obstáculos para que o serviço seja ampliado para as zona Norte e Oeste. Problemas como falta de conexão, buracos e iluminação deficiente das ciclovias, como mostrou reportagem do GLOBO em novembro do ano passado, também dificultam a vida de quem pedala na cidade.

— As ciclovias ainda têm problemas de manutenção e conexão. Mas, de uma forma geral, o Rio está avançando para se tornar uma cidade mais amiga da bicicleta — afirma José Lobo, ciclista e diretor da ONG Transporte Ativo.
Para solucionar a questão das ciclovias, a prefeitura promete ampliar a malha da cidade em 150 quilômetros até 2016. Hoje o Rio conta com 270 quilômetros de ciclovias e deve ganhar mais 30 quilômetros até o fim do ano.

— Teremos novos trechos na Ilha, em Copacabana e Santa Cruz até o fim do ano. Também temos projeto para outros 150 quilômetros até 2016, que atenderão à Zona Norte, região com menor rede de ciclovias da cidade atualmente — afirma Altamirando Moraes, subsecretário municipal de Meio Ambiente.
Adepto do Bike Rio, desde que teve sua bicicleta roubada, o adestrador de cães Fábio Hidd, de 30 anos, não pretende comprar uma nova. Ele usa o sistema como principal meio de transporte para atender seus clientes.

— A minha bicicleta custava R$ 2 mil. Agora eu não preciso me preocupar mais com manutenção, nem com roubo. Eu me desloco para casa dos meus clientes usando essas bikes — conta.
As laranjinhas foram inspiradas no sistema de aluguel de bicicleta de Paris, chamado Vélib, inaugurado em 2007. Lá, os usuários podem comprar, pelo site do projeto, tíquetes para um ou sete dias, que custam 1,70 e 8 euros, respectivamente. De acordo com dados dos dois primeiros anos de implementação do Vélib, o sistema sofreu crescente vandalismo. Foram 16.000 depredações, 8.000 furtos, 3.500 queixas registradas na polícia e 1.500 consertos por dia.

No Rio, o sistema teve investimento de R$ 3 milhões para implantação e tem custo operacional mensal de R$ 250 mil. Desde outubro, o pico de usuários do Bike Rio aconteceu no mês de janeiro, quando foram feitas 113 mil viagens. A estação de aluguel da Rua Santa Clara, em Copacabana, é a mais movimentada, tanto para retiradas como entregas.

Acostumados a utilizar o aluguel de bicicletas na Europa, Sérgio Bruno, de 53 anos, e Madalena Gonçalves, de 41, que moram na Itália e passam férias no Rio, apontam algumas falhas na versão carioca do sistema. Apesar da praticidade, o casal acredita que o serviço ainda está longe do ideal.

— É um grande conforto, mas é o único lugar em que para alugar a bicicleta você precisa de um cartão de crédito e celular. Um celular desbloqueia apenas uma bicicleta, ou seja, precisei de dois celulares para conseguir uma bicicleta para mim e outra para minha mulher. Não é um sistema feito para estrangeiro — acredita Sérgio.


RIO - Sair pedalando uma das laranjinhas é fácil. O serviço Bike Rio oferece duas modalidades de locação. Na primeira, o usuário acessa o site www.movesamba.com.br/bikerio e faz um cadastro para obter um passe mensal, que custa R$ 10 e é válido por 30 dias. O passe mensal é vendido no site, onde será preciso informar o número de um cartão de crédito para débito do valor do aluguel.
Feito isso, o usuário pode se dirigir a qualquer uma das 55 estações do Bike Rio. Para liberar a bicicleta, será preciso apenas um celular, para informar à central operacional o número do passe. A liberação das bicicletas pode ser feita tanto por uma ligação (para os telefones 4063-3111 ou 3005-4316) como pelo aplicativo Bike Rio para smartphone. Nessa modalidade, é possível utilizar a bicicleta sem limite do número de viagens diárias, desde que durem até 60 minutos e que haja um intervalo de 15 minutos entre cada período de uso. As horas excedentes aos 60 minutos são cobradas à parte, ao custo de R$ 5.

A segunda opção é alugar a bicicleta durante uma hora, por R$ 5. Nesse caso, não é necessário cadastro no site. Basta ir até uma das estações de aluguel do Bike Rio e ligar para os telefones da central de operações. Após ouvir as regras e tarifas do serviço e digitar dados do cartão de crédito, o usuário poderá liberar uma das bicicletas. Todos os bicicletários são conectados a uma central de operações wireless, alimentada por energia solar. Caso tenha algum problema no serviço, como a falta de bicicletas numa estação, o usuário também deve entrar em contato com a central operacional.

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25/04/2012

http://naofoiacidente.org/blog/

Acabei de assinar. É RÁPIDO. Vamos assinar e mudar essa triste realidade que qualquer um de nós pode ser vítima. Abraços. André.



INFELIZMENTE, ISSO É FATO

Nosso governo gasta R$ 8 bi/ano em uma guerra que enfrentamos diariamente no Brasil: as imprudências no trânsito. São cerca de 40 mil vítimas de acidentes de transporte por ano. Dessas, 40% são decorrentes do álcool na direção. É também a principal causa morte de crianças de 1 a 14 anos em nosso país.

Rafael Baltresca teve a mãe e a irmã mortas no dia 17/09/11, vítimas de um atropelamento por um carro em alta velocidade, em São Paulo. O atropelador, Marcos Alexandre Martins, se recusou a fazer o exame do bafômetro, mas fez exame de sangue. No B.O., testemunhas afirmam que Marcos estava completamente embriagado. Frente a esta situação e à realidade que o Brasil enfrenta, Rafael Baltresca criou o movimento Não Foi Acidente, com o objetivo de mudar as leis brasileiras que abrem tantas portas para a impunidade.

“O Homem é o único ser do planeta que mata sua própria espécie. Temos que dar um basta nisso. Tantas e tantas mortes acontecem por pessoas embriagadas que, na hora da alegria, da bebedeira, não entregam a chave do carro para um amigo, não voltam de taxi, não colocam a mão na consciência e pensam na consequência. Quando deixamos de lado a possibilidade do acidente, o acidente acabou de começar. Quando você bebe e dirige, o acidente já começou.” (Rafael Baltresca)

COMO FUNCIONA A LEI HOJE?

De acordo com os últimos casos, hoje, a pessoa que bebe, dirige e mata, é indiciada por homicídio culposo (sem intenção de matar). Neste caso, se o atropelador for réu primário, pode pegar de dois a quatro anos de prisão. A habilitação pode ser suspensa por um ano. Na prática, segundo a Constituição brasileira, até 4 anos de prisão a pena pode ser convertida em serviços para a comunidade. Em outras palavras, nada acontece para quem mata no trânsito brasileiro.

Vivemos uma farsa. A chamada Lei Seca de nada adianta, pois, não é possível provar se o motorista estava bêbado se não realizar o exame do bafômetro e/ou exame de sangue. E ele pode se negar a fazer estes exames.

O QUE QUEREMOS?

Mudar nossas leis de trânsito, as quais têm tantas brechas e são tão permissivas no Brasil.
O movimento Não Foi Acidente lutará sempre por mais educação de trânsito e campanhas de conscientização, porém, sabemos que se as leis continuarem tão fracas como estão, esta “guerra civil” em que vivemos não acabará tão cedo.

“São cerca de 40 mil vítimas de acidentes de transporte por ano. Dessas, 40% são decorrentes do álcool na direção.”
PONTOS IMPORTANTES EM NOSSO PROJETO DE LEI:

O exame de sangue (ou bafômetro) não seria mais necessário, pois, com a análise clínica de um médico legista ou de alguém que tenha fé pública já poderia ser aferido a embriaguez. Neste caso, o condutor poderia usar o bafômetro a seu favor, se interessado;
O crime de trânsito continuaria como homicídio culposo, porém, a pena seria aumentada caso fosse provada a embriaguez do motorista (de 5 a 9 anos de reclusão);
Mesmo que não houver homicídio a pena seria aumentada quando provado a embriaguez do condutor do veículo.
Veja o projeto de lei em detalhes aqui.

VOCÊ PODE FAZER PARTE!

1 - Comece agora mesmo assinando nossa petição.
http://naofoiacidente.org/blog/
2 - Avise amigos e parentes. Espalhe essa ideia!